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As cidades do amanhã, hoje

Quando falamos da CES, logo pensamos em eletrodomésticos, celulares e computadores, mas essa mudança também inclui a forma como nos movemos


7 de janeiro de 2019 - 16h58

Hoje em dia é praticamente impossível falar sobre qualquer tendência de mercado sem mencionar as transformações tecnológicas e o impacto delas em nossas vidas e nos mais diversos setores da economia. Nesse sentido, não há lugar melhor para visualizar esse futuro do que a CES, maior e mais importante feira de eletrônicos do mundo. E quando falamos desse evento, logo pensamos em eletrodomésticos, celulares e computadores – grandes facilitadores das nossas atividades –, mas essa mudança também inclui a forma como nos movemos, o que explica a crescente participação da indústria automotiva na CES.

O automóvel sempre foi um agente do progresso humano e parte da estruturação das cidades modernas, que giraram em torno da liberdade de movimento e da capacidade de percorrer longas distâncias num curto espaço de tempo. Só que os veículos deixaram de ser somente um meio de locomoção para tornarem-se computadores sobre rodas, que desempenham muitas outras funções e que, em breve, estarão conectados e integrados a outros carros, casas, smartphones, semáforos e serviços de emergência.

Discussões que permeiam soluções para mobilidade, cidades do amanhã, carros autônomos, entre outras, ocorrem diariamente e são temas centrais dos mais diversos atores sociais – de empresas e governos a ONGs. E foi para dar ainda mais visibilidade a essas discussões que, pela primeira vez, uma empresa automotiva convidou um grupo de jornalistas do Brasil, da Argentina e do Chile para participar da CES e trocar experiências sobre as novidades e as tendências da área.

Durante o evento, teremos a oportunidade de compartilhar inovações, trocar informações e perspectivas, além de debater soluções com algumas das cabeças mais brilhantes dos mais diversos segmentos. Nas cidades do futuro, todos os sistemas vão se conversar e, por isso, é fundamental a reunião de todos esses agentes num mesmo espaço.
Do ponto de vista de comunicação, queremos discutir novas formas de engajar e fortalecer laços cada vez mais sólidos com diferentes públicos, principalmente os consumidores, que estão cada vez mais exigentes e atentos às soluções que facilitam seu dia-a-dia. É por isso que agora podemos trabalhar em outras formas de comunicação, mobilidade e na simplificação de processos usando a tecnologia como elemento-chave.

Essa transformação já está em curso com sistemas de conectividade e tecnologias semiautônomas, que fazem com que o motorista tenha cada vez mais conforto, segurança e liberdade. Itens como alerta de colisão, assistente autônomo de frenagem e detecção de pedestres, assim como sistemas de estacionamento automático e assistência de emergência – tecnologia que realiza uma ligação automática para o serviço de resgate se o carro sofrer um acidente com acionamento do airbag ou do sistema de corte de combustível – são alguns dos exemplos.

Vemos ainda esse mercado extrapolando “as quatro rodas” para se focar cada vez mais no consumidor, que está no centro de tudo, com produtos e serviços voltados para seus desejos e necessidades, como aplicativos que avaliam a “saúde” do veículo e alertam o motorista sobre possíveis reparos necessários. A ideia é que o carro seja uma extensão dos recursos tecnológicos que estão disponíveis na palma da mão, entregando mais do que locomoção, mas mobilidade no puro sentido da palavra.

Acredito estarmos indo na direção certa, no momento certo e que, com os avanços colaborativos, encontraremos um futuro com novos modelos e soluções inéditas, que vão impactar positivamente as mais diversas áreas do conhecimento, além de melhorar a experiência das pessoas com produtos e serviços mais personalizados, que acompanham as necessidades da mobilidade urbana e de cada consumidor. Que venha mais uma CES!

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