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A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das pessoas

No entanto, esse é apenas o começo. Com o avanço de novas tecnologias e uma abordagem mais centrada nas pessoas, caminhamos para um futuro cada vez mais próximo onde os dados coletados permitirão que os dispositivos prevejam e identifiquem situações e, até mesmo, sugiram atividades


21 de janeiro de 2020 - 18h09

(Crédito: Brannon Naito/Unsplash)

Há algum tempo, falar sobre a conexão entre aparelhos domésticos e poder controlá-los por meio de comando de voz parecia algo futurístico, visto apenas em filmes, especialmente naqueles de ficção científica. Acontece que, nos últimos anos, a interconexão entre objetos cotidianos – uma das maneiras de definir a internet das coisas (IoT) – é um tema que tem crescido exponencialmente no mundo e foi amplamente discutido e apresentado na edição 2020 da CES.

Claro que ainda existem barreiras e desafios a serem vencidos, mas as empresas têm conseguido integrar as necessidades e os interesses dos consumidores para entregar soluções que facilitem seu dia a dia, criando conexões que ultrapassam os limites das residências, fazendo com que “qualquer lugar seja a sua casa”. Em um dia de calor, por exemplo, agora é possível ligar o ar condicionado antes e chegar em casa com o ambiente já fresquinho. Ou, então, colocar o refrigerador na temperatura máxima ao sair do trabalho para chegar em casa com as bebidas geladas para aquele jantar com os amigos marcado de última hora.

Além dos avanços da inteligência artificial, a aplicação da tecnologia de aprendizagem aos produtos é outro fator que oferece mais praticidade ao cotidiano das pessoas. Uma máquina de lavar inteligente, por exemplo, pode utilizar sensores avançados para detectar volume e peso das cargas, determinando, assim, a lavagem mais indicada para cada tipo de tecido.

Outro exemplo é a capacidade dos televisores com inteligência artificial em aprimorar imagem e som automaticamente, de acordo com o conteúdo e o ambiente em que a TV está inserida, seja ao assistir filmes, canais de esporte ou jogar games – o que tende a ficar ainda melhor com a chegada da verdadeira resolução 8k às TVs. Além disso, com a tecnologia IoT conectando diferentes aparelhos eletrônicos, conseguimos criar um verdadeiro ambiente integrado, em que a TV se torna a central de controle da “casa inteligente”, facilitando, ainda mais, o dia a dia dos consumidores.

Durante a CES, apresentamos nossa visão sobre o desenvolvimento e o futuro da inteligência artificial. Dividimos essa estrutura em quatro níveis de experiência – eficiência, personalização, raciocínio e exploração – definidos por diferentes estágios de capacidade técnica e aplicação.

Em linhas gerais, a IA nos mostra que estamos cada vez mais cercados de produtos e sistemas que podem ser automatizados por meio de comandos simples e, até mesmo, que conseguem aprender padrões para otimizar e personalizar as experiências das pessoas com os produtos, por meio da coleta e análise de dados das interações. Neste contexto, respeitar e manter a proteção de dados dos consumidores é palavra de ordem, investindo em mecanismos para garantir a proteção dessas informações.

No entanto, esse é apenas o começo. Com o avanço do desenvolvimento de novas tecnologias e uma abordagem mais centrada nas pessoas, caminhamos para um futuro cada vez mais próximo onde os dados coletados permitirão que os dispositivos prevejam e identifiquem situações e, até mesmo, sugiram atividades que agreguem ainda mais valor à vida dos consumidores.

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