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O futuro é promissor e tecnológico

O mais impactante é identificar tecnologias emergentes e dominantes que estarão presentes em nossas vidas e a forma como impactarão nossos negócios


8 de janeiro de 2020 - 19h57

(crédito: Anastasia Zhenina/unsplash)

A CES é realmente fantástica, como um parque de diversão para quem gosta de tecnologia e inovação, são milhares os produtos e tecnologias apresentados, lançados e discutidos. Mas o mais impactante é identificar tecnologias emergentes e dominantes que estarão presentes em nossas vidas e a forma como impactarão nossos negócios.

No meu primeiro artigo, contei sobre os esforços da Nokia em colocar features que permitiam o acesso à internet em devices ainda monocromáticos e as campanhas que evangelizavam o consumidor de como e para que essa tecnologia poderia ser utilizada.

Essa era a visão na época, que a cada dia passava a ser mais compartilhada entre outros players da indústria. Quanto mais empresas compartilhavam da mesma visão, mais soluções e aplicações eram desenvolvidas para esse fim e, portanto, mais próximas essas tecnologias estariam do consumidor.

Ao longo do desenvolvimento de uma tecnologia existem muito roadblocks para sua adoção, principalmente se a visão ainda é de um futuro muito distante. No exemplo dos smartphones, a rede móvel para o acesso à internet era um ponto essencial para a adoção daquela tecnologia, pois do que adiantava eu ter um smartphone se ele não funcionaria em todo lugar? Com esse paradigma, nem todas as pessoas estariam dispostas a experimentar, reduzindo a curva de adoção e o impacto daquela tecnologia.

Por isso, além de ser compartilhada entre players da mesma indústria, a visão precisa também ser compartilhada entre indústrias, nesse caso, fabricantes de aparelhos, operadoras de telefonia, desenvolvedores de aplicativos, formando um rico e vasto ecossistema, um conceito cada dia mais em voga. O final dessa história vocês conhecem, os grandes marcos foram o lançamento do primeiro iPhone em 2007 e do primeiro smartphone Android em 2008, além de toda a evolução da tecnologia até os dias atuais.

Com base nesse framework destaco algumas tecnologias em estágio avançado de desenvolvimento:

Inteligência Artificial: estágio muito avançado e praticamente todas as indústrias vêm desenvolvendo soluções. A Delta Air Lines lançou o Fly Delta App com a proposta de coordenar o processo de viagem utilizando real time data. Bancos estão utilizando bots para relacionamento com cliente, como mostrado pelo HSBC nas sessões de digital banking, entre muitos outros exemplos.

Robótica: estágio avançado, seja na versão humanoide ou em qualquer outra forma, os robôs estarão presentes para realizar tarefas corriqueiras ou perigosas. O RollBot, da Charmin’s GoLab, conectado ao smartphone, pode levar papel higiênico quando o rolo estiver terminado, entre alguns dos exemplos apresentados. A Samsung apresentou a Ballie, uma bolinha robótica que foi desenhada para suportar, entender e responder às necessidades do seu dono.

Internet das Coisas: estágio avançado de desenvolvimento, muito presente nos eletrodomésticos e aparelhos pessoais foram apresentamos extensivamente aqui na feira e destaques nos estandes de diversas empresas do setor, como LG, Samsung e o próprio Google.

E, por último, a visão de futuro que mais me encanta e que vêm sendo compartilhada por diversos players e indústrias, é a visão de como iremos nos locomover possivelmente já no final dessa nova década. Carros autônomos e voadores estão enchendo nossos corações de emoção trazendo a possibilidade de um transporte mais fluido, com menos poluição e menos congestionamento.

O futuro é emocionante e promissor!

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